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Bem Estar

Atleta supera doença muscular e volta a competir correndo de costas

Redação Diário JovemRedação Diário Jovem9 de maio de 2020
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Uma mulher que foi informada pelos médicos que deveria abandonar a corrida por conta de uma condição neurológica rara, conseguiu se manter no esporte de forma inovadora. Ela passou a correr de costas.

Laura Cattivera, de 46 anos, mora na Califórnia, nos EUA, e sofre de distonia focal. A condição afeta um músculo ou um grupo deles, causando espasmos involuntários e posturas anormais.

Normalmente, atletas e músicos sofrem mais com esse tipo de doença, por conta da repetição de um movimento específico.

Apesar do incidente grave que mudou sua vida, Laura percebeu que, ao correr para trás, os espasmos não a impediam de praticar os exercícios. “Eu sempre tive paixão por correr, e nada poderia me deter”, contou.

Em 1989 ela começou a perceber algumas anomalias físicas enquanto estava correndo. Nas Olimpíadas de 1992, esses estranhos sintomas fizeram com que a mulher batesse em uma barreira durante a corrida e terminasse na penúltima posição.

Laura Cattivera superou doença grave que a impossibilitava de correr fazendo percursos de costas.

Ela procurou diversos médicos diferentes em busca de uma solução para seu problema, passando por variados tipos de exames. Após a descoberta, Laura procurou uma forma de evitar ter de abandonas as corridas, inicialmente movendo-se em “zigue-zague”.

Mas a corrida para trás foi o mais efetivo de seus tratamentos. Ela se juntou ao médico Dr. Szumski, para organizar uma corrida onde os competidores correm de costas, em Manhattan, nos EUA. A ideia é aumentar a conscientização sobre a distonia focal em corredores.

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Fonte: Daily Mail

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